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Os vereadores de Rio Preto adiaram votação de projeto que visa autorizar os agentes da Guarda Municipal a andar com armas de fogo durante a jornada de trabalho. A proposta só deve voltar ao plenário em duas semanas. José Carlos Marinho (PSB), autor do projeto, disse que o adiamento é necessário para aperfeiçoar a proposta e tentar convencer o prefeito Valdomiro Lopes (PSB) em aceitá-lo. O pedido foi feito por Eduardo Piacenti (PPS).
“A Guarda Municipal desarmada não tem respeito. Hoje, a guarda é de fantoche. Se você faz evento, precisa de pelo menos um carro da Polícia Militar por dez horas. Eles (policiais) não têm tanto tempo para isso. Ajudaria os policiais (autorizar a Guarda Municipal utilizar armamento)”, disse. O prefeito Valdomiro sempre se disse contrário ao armamento dos agentes da Guarda.
Lei Orgânica
A maioria também rejeitou proposta de Jean Charles (PMDB) que tentava incluir a Lei Orgânica do Município para ser atualizada de acordo com a Constituição Federal ao mesmo tempo em que faz revisão do Regimento Interno da Câmara, por meio da CEV do Regimento. Os vereadores rejeitaram ainda duas Comissões Especiais de Vereadores (CEVs), que visavam estudas a mobilidade e contratos de terceirizadas com Prefeitura e Câmara.
As propostas são do petistas Celi Regina e Marco Rillo, respectivamente. Rillo chamou vereadores de “quadrilha” por votarem contra. Veto à proposta de César Gelsi (PSDB), que determina que os engenheiros da Prefeitura assinem plantas de casas populares foi derrubada pelo plenário.

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